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Prefeitura de Porto dos Gaúchos vai bem financeiramente e tem sobra de recursos em caixa, aponta audiência Publica.

  • Publicado em 03/06/2017

Fonte: porto noticias

Autor: ascom

A alegação de crise ou falta de recursos não cabe no dicionário do governo municipal, pelo menos atualmente.

É o que ficou demonstrado durante audiência pública para prestação de contas do 1° quadrimestre de 2017 realizada pela prefeitura de Porto dos Gaúchos no último dia 30 de maio na câmara de vereadores.

Até dia 30 de abril de 2017, a prefeitura a de Porto dos Gaúchos já tinha arrecadado somente em tributos municipais R$ 3.042.449,10 (três milhões, quarenta e dois mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e dez centavos), somando o que entrou no caixa em ITBI - Imposto de Transmissão de Bens Imóveis, IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano, IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte, ISS - Imposto Sobre Serviços e outras taxas.

 


Até 30 de abril a prefeitura já tinha pago mais de R$ 7 milhões e setecentos mil em despesas e investimentos, e contava com uma disponibilidade ‘sobra’ de caixa de R$ 1.844.854,02 (um milhão, oitocentos e quarenta e quatro mil, oitocentos e cinquenta e quatro reais e dois centavos), que segundo informou ao Porto Noticias o secretário de Finanças da prefeitura, Alan Scariot, são todos recursos vinculados, por convênios, ou seja, comprometidos.

A maior receita do município até então tinha sido o ITBI, que arrecadou até 30 de abril deste ano R$ 2.227.742,99 (dois milhões, duzentos e vinte e sete mil, setecentos e quarenta e dois reais e noventa e nove centavos).

Com mais de R$ 3 milhões arrecadados até 30 de abril somente em tributos municipais, sem somar todos os repasses estaduais e federais, pode se dizer que a situação financeira do município é considerada boa em relação a muitos outros municípios, e não cabe qualquer alegação de falta de recursos para investimentos em qualquer área do serviço público no município.

A secretaria que mais consumiu recursos públicos no primeiro trimestre de 2017 foi a secretaria de Saúde, seguido pela Educação e Infraestrutura.

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